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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Manter atualização é essencial para transações imobiliárias

Documentos do imóvel precisam estar em dia seja para negociar ou até mesmo para comprovar que o imóvel existe



Manter um imóvel ou ter uma propriedade em seu nome depende de ter também uma série de documentos regularizados. É uma extensa papelada que poderá definir a propriedade da imóvel, seu histórico e até mesmo comprovar que ele existe. Com as mais frequentes transações de compra e venda de imóvel – com a facilidade de crédito, financiamento e o poder de compra fortalecido – a regularização de documentos, que é um processo burocrático, depende de mais atenção.
“Conferir se o imóvel está autorizado a ser construído e se ele de fato está registrado é importante. Mesmo hoje em dia, com muita informação à disposição, tem gente que constrói e reforma sem saber que tudo isso tem de estar registrado, pois a desatualização de documentos pode atrapalhar o negociador, no futuro”, comenta o advogado Cezar Rodrigo Moreira, da Regulariza Imóveis, empresa especializada em regularização de ordem imobiliária.

Ele ressalta que ninguém deve fechar negócio sem checar a documentação e ver se está tudo em dia. Do contrário, é possível que a negociação esteja em um “limbo jurídico” e não tenha validade. “Temos um caso em que foi construído um mezanino sem autorização nem o habite-se. Foi vendido e agora o novo dono não tem nem como exigir uma ação de usucapião, porque, teoricamente, sem documento o imóvel não existe”, exemplifica Moreira.
De acordo com ele, na hora de comprar ou vender um imóvel, para manter a garantia do uso do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) ou consultar financiamentos, é ideal contratar um profissional ou empresa especializada. “Pode ser que esse serviço saia um pouco mais caro, mas é para poupar dissabores futuros”, defende. Ver se a situação do imóvel e se a do vendedor são saudáveis é importante porque o empreendimento pode ser garantia ou fazer parte de uma ação judiciária. Assim, se a compra for efetivada e o imóvel for reclamado depois, não há o que fazer.
Contrato de gaveta
Ainda é comum, de acordo com o advogado, que as pessoas façam contratos “de gaveta” ou sem validade jurídica para negociar imóveis ou contratos de financiamento. “Dessa forma, você não está seguro com relação àquele negócio. E ainda hoje tem muita gente que faz negócio dessa maneira e depois gasta mais e se preocupa mais para regularizar a situação”, indica. Ele conta que, por vezes, quem compra perde o poder sobre a propriedade porque não tem uma procuração que confirme a validade da transação.
Loteamentos irregulares também costumam dar problemas: “quem tem um terreno grande fraciona de qualquer jeito e coloca para vender. O comprador paga e depois não consegue reconhecer a legitimidade do terreno. Perde quem comprou e quem vendeu, pois a negociação, geralmente, é anulada”, completa.

Atenção
A regra geral indica a “papelada” básica exigida para negociação de compra ou venda de imóvel
- Do imóvel: título de propriedade registrado no Cartório de Registro de Imóveis; certidão atualizada, expedida pelo Cartório, que comprova a titularidade da propriedade, se o imóvel está gravado com algum ônus real e traça um histórico, confirmando se o imóvel possui o “habite-se”; Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), que deve ser pago pelo comprador ao município e serve para a hora de finalizar a escritura do imóvel; planta baixa e declaração de quitação condominial, no caso de condomínios.
- Do vendedor: há certidões que devem ser retiradas em nome do vendedor e seu cônjuge, nos cartórios da cidade onde está situado o imóvel e onde os vendedores moram, caso sejam diferentes; carteira de identidade e CPF de ambos; certidões de nascimento ou casamento; certidão negativa do Registro de Distribuição; certidão de feitos expedida pela Justiça Federal; certidão da Justiça do Trabalho e a escritura, que deverá ser lavrada em cartório.

Italiano - Consultor de Imóveis 
(41) 8409 0969
 

NOTA: A informação transmitida neste e-mail tem natureza profissional e confidencial, visando conhecimento exclusivo do destinatário. Se receber esta mensagem por engano, por favor notifique o destinatário e exclua a mensagem e seus anexos.
 Ao conversar com algum corretor nos plantões ou telefone,  lembre-se de informar que está sendo atendido pelo Corretor ITALIANO  da Imobiliária LOPES em Curitiba. Corretor de imóveis é comissionado por vendas realizadas, assim,  você estará reconhecendo meu trabalho e estará contribuindo para  melhorar ainda mais a qualidade do meu atendimento!



sexta-feira, 27 de abril de 2012

Recanto Verde - Pinheirinho - Curitiba

Recanto Verde - Pinheirinho - Curitiba

Apartamento:
2 a 3 Dorms ( 0 a 1 Suítes)
57m² a 70 m² privativos
1 Vaga de Garagem.



Recanto Verde - Pinheirinho - Curitiba
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Áreas de lazer:
Academia de ginástica , Brinquedoteca , Churrasque
ira , Espaço gourmet ,  Piscina adulto descoberta , piscina infantil descoberta , Playground , Portaria , Quadra Poliesportiva , Salã ode festa Adulto.
Localização:
R Francisco Raitani, 7233, Pinheirinho - Curitiba, PR

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RECANTO VERDE 

Mais informações:
(41) 4141 - 6003
(41) 8409 - 0969  (Oi)
vendas@imoveisemctba.com.br

Rossi 145 – Cristo Rei - Curitiba

                                  Rossi 145 - Cristo Rei - Curitiba

Apartamento:
1 a 2 dorms

31 a 67 m²

0 a 1 vagas de garagem

Opções de plantas :
Estúdios,1 dormitório,2 dormitórios com suíte, 2 dormitórios sem suíte.




Rossi 145 - Cristo Rei - Curitiba
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LAZER

Áreas comuns de lazer:
Academia de ginástica ,  Espaço gourmet , Hall Lavanderia , Piscina adulto coberta , Praça , Salão de festas adulto , Sauna.
Localização:
Rua Gov. Agamenon Magalhães, 145  – Cristo Rei — Curitiba

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Sobre o imóvel:
É o seu número . Assim é o Rossi 145, um lançamento pensado para combinar com você em todos os detalhes. Começando pelo projeto, que oferece diversas opções. Do tamanho exato que você precisa, passando pela arquitetura jovem e cheia de estilo, com a estrutura de lazer na medida e praticidade dos serviços pay- per- use . Tudo sem exagero e com muita personalidade.

Mais informações:
(41) 4141 - 6003
(41) 8409 - 0969  (Oi)
vendas@imoveisemctba.com.br

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Caixa reduz juros de crédito imobiliário em até 21%


Novas taxas serão praticadas a partir do Feirão da Casa Própria deste ano
 
A Caixa Econômica Federal reduziu as taxas de juros do financiamento imobiliário para todos os clientes, dentro do Programa CAIXA Melhor Crédito. A redução pode chegar a até 21%, sobre a taxa de juro efetiva, nas condições do Sistema Financeiro de Habitação (SFH). As novas taxas valerão para os novos financiamentos, contratados a partir do início do 8º Feirão.

As taxas caem para todos os clientes, independentemente do relacionamento, e caem ainda mais para aqueles que optarem por ser clientes da CAIXA.   
 
Para imóveis de até R$ 500 mil, dentro do SFH, os juros passam de 10% a. a. para 9% a. a. para todos os clientes. Com relacionamento e conta salário a taxa cai ainda mais, para 7,9% a.a.
 
Todo cliente, independentemente de relacionamento com o banco, em um financiamento de R$ 200 mil reais, por exemplo, economizará cerca de R$ 1800 na prestação no primeiro ano, e um total de mais de R$ 18 mil em um contrato de 20 anos, por exemplo.
 
Se o cliente for financiar o imóvel de até R$ 170 mil, nas regras do FGTS, e possuir relacionamento e conta salário na CAIXA, a taxa máxima cai dos atuais 8,4% a.a. para 7,9% a.a. E cairá para 7,4% a.a. se o cliente for também cotista do FGTS, inclusive para os financiamentos enquadrados no Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV), na faixa de renda acima de R$ 3.100.
 
A economia para um financiamento de R$ 100 mil, por exemplo, dentro das regras do FGTS, será de R$ 450 no primeiro ano e de cerca de R$ 7 mil, em 30 anos.
 
Para imóveis fora do SFH (valor superior a R$ 500 mil), as taxas também caem, de 11% a.a. para 10% a.a. para todos os clientes. Com relacionamento e conta salário, o juro cai ainda mais, para 9% a.a.
 
Em um financiamento de R$ 600 mil, feito fora do SFH, o cliente economizará em 20 anos, mais de R$ 5.600 no primeiro ano e  mais de R$ 54 mil no total.
 
Para o vice-presidente de Governo e Habitação da CAIXA, José Urbano Duarte, “o lançamento do Programa Caixa Melhor Crédito e a considerável redução da taxa de juros nos produtos comerciais, geraram forte expectativa do mercado sobre novas taxas também no crédito imobiliário, que não poderia ficar à margem. A redução veio e permitirá que as famílias comprem imóveis ainda melhores e em condições mais vantajosas”, analisou.
 
As novas condições para financiamento habitacional vigorarão em todas as agências também para os contratos celebrados a partir do dia 4 de maio de 2012, data de abertura do 8º  Feirão da CAIXA.
 
Veja abaixo a tabela com as taxas atuais e com as novas taxas.
 
 
 TAXA ATUAL
NOVA TAXA
 
 
Enquadramento
 Balcão
%
aa / am
Clientes com relacionamento
%
aa / am
  Balcão
%
aa / am
Clientes com relacionamento  
%
aa / am
Clientes com relacionamento e salário %
aa / am
 
SFH (Imóvel até R$ 500 mil / Financiamento até R$ 450 mil)
 
 
10,0 / 0,79
 
 
 
 
8,9 / 0,71
 
 
9,0 / 0,72
 
 
8,4 / 0,67
 
 
 
7,9 / 0,63
 
 
Fora do SFH (Imóvel superior a R$ 500 mil)
 
 
11,0 / 0,87
 
 
10,5 / 0,83
 
 
10,0 / 0,79
 
 
 
9,2 / 0,73
 
 
 
9,0 / 0,72
 

Crédito imobiliário sobe 10% no 1º trimestre, a R$ 17,6 bilhões, diz Abecip


Nos últimos 12 meses até março, contudo, alta do crédito foi de 31%.Volume passou de R$ 62,2 bilhões para R$ 81,5 bilhões no período.


O crédito imobiliário atingiu R$ 17,6 bilhões no primeiro trimestre deste ano, elevação de 9,9% sobre igual trimestre do ano anterior, divulgou nesta quarta-feira (25) a Associação Brasileira de Entidades de Crédito Imobiliário (Abecip), ritmo de crescimento considerado moderado pela entidade.
Em março, os financiamentos para aquisição e construção de imóveis atingiram R$ 6,8 bilhões, uma alta de 9,4% sobre o mesmo período do ano passado. Nos últimos 12 meses até março, contudo, o crescimento foi mais vigoroso, aponta a entidade, de 31%, de R$ 62,2 bilhões para R$ 81,5 bilhões.

Italiano - Consultor de Imóveis 
(41) 8409 0969

Caixa anuncia que fará redução da taxa do crédito imobiliário


A Caixa Econômica Federal informou que irá anunciar amanhã redução da taxa de juros do financiamento imobiliário.

O banco é o primeiro a oficializar que irá alterar as taxas do crédito imobiliário. Até o momento, as instituições fizeram mudanças em outras linhas destinadas a pessoa física e jurídica, como crédito pessoal, cheque especial, financiamento de veículos e rotativo do cartão de crédito.


A Caixa não informou se as mudanças serão válidas apenas para novos financiamentos ou se também serão estendidas àqueles em andamento. No entanto, as reduções das taxas de empréstimos feitas até agora foram válidas apenas para novos contratos.

Na sexta-feira, o banco público reduziu a taxa de administração dos fundos de investimentos e diminuiu o valor da aplicação inicial. No mesmo dia, informou que faria uma nova rodada de corte dos juros --que já tinha sido feita no início do mês. A justificativa foi a queda na Selic, a taxa básica de juros.

No dia 18, o Banco Central anunciou a redução de 9,75% para 9% da Selic, o menor patamar em dois anos.

O Banco do Brasil também fez dois cortes nas taxas de juros: um no início do mês e outro na semana passada.

QUEDAS

O BB foi o primeiro banco a anunciar queda nas taxas de juros, em 4 de abril, com o lançamento do programa BomPraTodos. No dia seguinte (5 de abril) foi a vez da Caixa Econômica Federal.

O HSBC foi o primeiro banco privado a anunciar queda nas taxas, no dia 12. O Santander reduziu os juros para micro e pequenas empresas no dia 17. Na quarta-feira (18), Bradesco e Itaú, os maiores bancos privados do país, também anunciaram medidas semelhantes. No mesmo dia, o Santander também reduziu as cobranças para pessoas físicas.

A Caixa também lançou um programa de renegociação de dívidas. O banco ainda anunciou que irá aumentar o horário de atendimento ao público até 11 de maio para atender a demanda do programa de redução de juros.

ESTÍMULO A ECONOMIA

O movimento de redução das taxas nos bancos públicos atende ao chamado da presidente Dilma Rousseff, que tem o assunto como uma de suas prioridades. A iniciativa é uma forma de acirrar a concorrência com os bancos privados, que também anunciaram cortes após o BB e a Caixa, e estimular a economia para garantir um crescimento próximo a 4% neste ano.


Italiano - Consultor de Imóveis em Curitiba
(41) 8409 0969

Custo da construção sobe no mês de Abril/2012

Custo da construção sobe no mês


O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou, em abril, taxa de variação de 0,83%, acima do resultado do mês anterior, de 0,37%. No ano, o índice acumula variação de 2,30% e nos últimos 12 meses, a taxa registrada é de 7,94%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,58%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,42%. O índice referente a Mão de Obra registrou variação de 1,08%. No mês anterior, a taxa foi de 0,32%. O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência. 

Materiais, Equipamentos e Serviços 

No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, o índice correspondente a Materiais e Equipamentos registrou variação de 0,65%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,44%. Três dos quatro subgrupos componentes apresentaram acréscimo em suas taxas de variação: materiais para estrutura (0,47% para 0,68%), materiais para instalação (0,37% para 1,00%) e materiais para acabamento (0,33% para 0,48%). 

A parcela relativa a Serviços passou de uma taxa de 0,34%, em março, para 0,32%, em abril. Neste grupo, vale destacar a desaceleração do subgrupo serviços pessoais, cuja variação passou de 0,52% para 0,38%. 

Mão de obra 

O grupo Mão de Obra registrou variação de 1,08%, em abril. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,32%. Salvador e Rio de Janeiro registraram variação de 5,82% e 4,26%, respectivamente, por conta de reajustes salariais ocorridos em função da data base. Em Porto Alegre, a taxa de 1,13% decorre de adicional previsto no acordo coletivo. 

Capitais 

Quatro capitais apresentaram aceleração: Salvador, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. Em contrapartida, Belo Horizonte, Recife e Porto Alegre registraram desaceleração.