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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Lançamento - Centro de São Jose dos Pinhais

Prezados:

Quem disse que para morar no centro de São José Dos Pinhais precisamos nos endividar?

Está chegando a hora!




Os lançamentos mais esperados dos últimos tempos...

Já ultrapassamos a marca de 2.500 cadastros de pessoas interessadas em investir e de quebra morar bem!!!

Nossos empreendimentos: LOS ANGELES, HOUSTON e PORTLAND estão localizados nos pontos mais nobres de São José Dos Pinhais, pertinho de tudo: Faculdades, Hipermercados, Colégios, Órgãos Públicos, Academias, Igrejas, Praças, Farmácias, Restaurantes e ainda a 3 quadras do SHOPPING SÃO JOSÉ, isso mesmo, e Você não vai pagar a mais por isso!!!

São apartamentos compactos a partir de 28m² a 72m² de área privativa, além de suíte, sacada com churrasqueira com 1 vaga de garagem.

Os empreendimentos terão áreas de lazer indispensáveis tais como: São de Festas com Churrasqueira, Salão de Jogos, Área de Recreação, entregues totalmente equipadas e decoradas.

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Condomínio Residencial Los Angeles – Rua Djalma Dutra, 1257 Centro

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quarta-feira, 20 de março de 2013

"Habite-se" Burocrático, mas necessário.


Certificado de Vistoria de Conclusão de Obra, conhecido como “habite-se”, confirma que o imóvel foi construído de acordo com a legislação

O Certificado de Vistoria de Conclusão de Obra (CVCO), mais conhecido como ‘habite-se’, é o documento que confirma se um imóvel está em condições de ser ocupado. Com o fim das obras, é preciso apressar-se com a papelada: o pedido para vistoria e fornecimento do papel exige paciência e uma série de outros documentos. A burocracia, no entanto, é indicativo da garantia de que a obra é segura.
“É preciso reunir uma série de laudos e atualizar documentos como o ISS dos responsáveis e recolhimento do FGTS dos trabalhadores, porque as obras demoram. É um processo burocrático, mas isso se dá por causa da responsabilidade”, comenta o secretário municipal de urbanismo de Curitiba, Reginaldo Cordeiro.

Tudo em dia
O Certificado de Vistoria de Conclusão de Obra (CVCO) exige uma série de documentos e vistos em dia. “É burocracia, mas é a forma de evitar problemas com obras indevidas ou prédios que caem”, diz o secretário municipal de Urbanismo, Reginaldo Cordeiro.

É após a concessão do “habite-se” que o condomínio passa a ter existência legal e as construções podem ser averbadas no Registro de Imóveis. “É o documento que traz a individualização de cada apartamento. Antes disso, o comprador possui apenas a fração ideal do terreno, e fica, por exemplo, impedido de realizar a venda definitiva da sua unidade, de efetuar financiamento bancário, ou qualquer outro tipo qualquer de alienação”, explica a advogada Ilcemara Farias, especialista em direito imobiliário.

Em Curitiba, o CVCO é exigido desde a publicação do Código de Obras e Posturas, em 1953. Mesmo assim, muitas obras ainda não possuem o documento. Como é necessário também para reformas que exigem mudança estrutural e não apenas para construções novas, muitas vezes não são fiscalizados. “Há casos em que a reforma não transparece, então precisamos da denúncia da população quando se percebe uma obra que pode estar fora da legislação”, diz a advogada. Um vizinho que aumenta os andares de uma casa, por exemplo, precisa respeitar o recuo nos pisos superiores, mas a fiscalização não é ampla.

Compra do usado
Na aquisição de um imóvel usado, é preciso garantir que o CVCO está em dia. “Sua inexistência pode causar diversos problemas ao proprietário, muito além da diminuição do valor de venda do imóvel”, explica a advogada Oksana Maciel. Em Curitiba, de acordo com o artigo 30 da Lei Municipal 11.095/2004, não sendo atendidas as exigências para a concessão do CVCO e ocorrendo a ocupação irregular da edificação, “poderá o Município, quando entender necessário, adotar procedimento para a desocupação, demolição, interdição ou embargo da edificação através dos meios legais”.

Passo a passo
A solicitação do CVCO é extensa e depende de muita papelada. Veja o que é preciso:
O interessado precisa preencher o Requerimento para certificações que deverá ser protocolado na prefeitura. Em Curitiba, o documento pode ser encontrado no site da entidade (www.curitiba.pr.gov.br).

Depois de preencher o formulário, é necessário anexar os documentos exigidos, entre eles: requerimento para certificações do departamento de controle de edificações, assinatura do proprietário da obra, assinatura do responsável técnico e documentos relacionados no alvará de construção (que podem incluir liberações das secretarias de saneamento, meio ambiente, laudos do Corpo de Bombeiros, entre outras).

3. O requerimento e toda a documentação devem ser protocolados na Secretaria Municipal de Urbanismo – que fica na avenida João Gualberto, 623 – ou nas Ruas da Cidadania. Antes de entregar a documentação, é preciso garantir que a obra está em condições de ser vistoriada. Isso agiliza o processo e evita a repetição da vistoria.

4.Os técnicos da secretaria vão até a obra para conferir se ela obedece ao projeto e aos padrões exigidos pela legislação, além de afirmar se o imóvel está em condições de habitabilidade. Quando há algum problema, é dado um prazo ao construtor e uma nova vistoria é realizada.

5. Depois da vistoria, a secretaria de urbanismo emite uma Guia de Recolhimento, que soma a taxa de expediente e a taxa de vistoria (calculada por metro quadrado). Após os procedimentos, o CVCO será emitido.

Fonte: Secretaria Municipal de Urbanismo.

Pesquisa sobre intenção de compra de imóveis em Curitiba


O curitibano quer comprar imóveis

Marcos Kahtalian, consultor em marketing do Sinduscon e sócio da Brain – Bureau de Inteligência Corporativa

Apresentada na última terça-feira para associados do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Paraná (Sinduscon-PR), a pesquisa sobre intenção de compra de imóveis em Curitiba, realizada no final de 2012, consolida as tendências que o mercado já vinha apresentando: estabilização de preços, ajuste na oferta e forte verticalização. O levantamento aponta ainda, que, diante do maior leque de produtos, o comprador está mais atento e pesquisando bastante antes de fechar negócio. Consultor em marketing do Sinduscon e sócio da Brain – Bureau de Inteligência Corporativa, empresa responsável pela pesquisa, Marcos Kahtalian conversou com a reportagem da Gazeta do Povo pouco antes de apresentar os dados para os construtores. “O cenário é positivo. O mercado está comprador”, resume o especialista.

A pesquisa mostra que 26% dos curitibanos procuraram ou compraram imóvel em 2012. É um bom índice?
Sim, ainda mais considerando que a maioria dos que não encontraram imóvel continua procurando. Quase 50% disseram que pretendem continuar buscando nos próximos seis meses e outros 30%, deram o prazo de um ano.

Há outros dados relevantes?
O levantamento mostra a forte tendência de verticalização da cidade, que agora chega a bairros mais periféricos. 46% dos curitibanos buscam apartamento. Há também o fato de que os apartamentos com dois quartos, que antes nem existiam, são as novas estrelas do mercado, muito procurados.

O que pesa na compra do imóvel?
Dois itens são cruciais: preço e localização. Ajustar os dois é a grande questão. O comprador busca o produto que cabe no seu orçamento e na região que deseja. Se ele não encontra, tende a continuar pesquisando: boa parte dos pesquisados que não adquiriu imóvel informou que seguirá procurando. Muitos dos que compraram não conseguiram o imóvel na faixa de preço ou no bairro em que queriam, mas acabaram fechando negócio em outro patamar, ou mudaram a região. Diante da oferta maior, com mais produtos para escolher, o comprador leva mais tempo pesquisando.

Investidores são uma parcela importante do mercado?
A esmagadora maioria das pessoas, 79%, quer imóvel para uso próprio. Outros 19% compram para ter renda com locação. Somente 2% correspondem à fatia do investidor – aquele que compra na planta para revender com valor mais alto.

Qual a faixa de preço mais procurada?
Quase totalidade – 94% – da intenção está na faixa de até R$ 400 mil. Cerca de 70% procuram imóvel de até 250 mil.

De forma geral, o cenário é positivo?
Sim. O mercado está comprador. Crédito, emprego e renda seguem estáveis, mas o construtor tem que fazer sua lição de casa, planejando muito bem o produto que vai lançar. Está claro que de 2011 para 2012 o volume de lançamentos foi menor, mas isso é bom, significa que está havendo o ajuste necessário de preço e de oferta, após o período de muitos lançamentos que vieram cobrir uma demanda reprimida.



 Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/imobiliario/conteudo.phtml?tl=1&id=1351911&tit=O-curitibano-quer-comprar-


quarta-feira, 13 de março de 2013

New Palladium - Campanha promocional

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

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sábado, 19 de janeiro de 2013

Albany Park Condomínio Club - Araucária

Albany Park Condomínio Club - Araucária 

Casas residencias em condomínio fechado,2 dormitórios , 10 áreas de lazer.

Apresantação Albany

Albany Park - Minha casa Minha Vida - Campina da Barra - Araucária from Italiano Corretor


As casas estão dentr do programa Minha casa,Minha Vida.

Localização
Rua das Camélias,  Campina da Barra Araucária

Ver mapa maio

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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Quanto realmente custa comprar um imóvel


Além do valor do imóvel e do custo do financiamento, despesas com imposto e cartório podem pesar no bolso na hora da compra; conheça cada uma delas

São Paulo – A compra de um imóvel não é apenas uma questão de juntar um valor para dar de entrada e fazer a parcela do financiamento caber no orçamento. A burocracia de tornar o imóvel de fato seu envolve uma série de outros custos que não são exatamente leves para o bolso, e o comprador deve estar preparado para encará-los. Além disso, a natureza do imóvel adquirido pode envolver ainda outros custos. Veja a lista dos verdadeiros custos de se comprar um imóvel e quanto eles vão pesar:

1. Valor da entrada
Embora seja possível financiar 100% do valor do imóvel para quem tem renda familiar de até 5.400 reais nas regiões metropolitanas ou 4.300 reais nos demais municípios, para quem tem renda familiar mais alta que isso será necessário dar uma entrada. O valor mínimo será de 10% do valor do imóvel, para algumas linhas.
Na Caixa, por exemplo, é possível financiar até 90% do valor do imóvel. Ou seja, para um imóvel de 500.000 reais, seria necessária uma entrada mínima de 50.000 reais, que pode ser obtida por meio da poupança em uma aplicação financeira conservadora e de alta liquidez, como a caderneta de poupança, os CDBs e o Tesouro Direto. Outra opção é entrar em um consórcio imobiliário cujo valor da carta de crédito seja suficiente para dar esta entrada.

2. Custo Efetivo Total (CET) do financiamento
Quem financia o imóvel não deve apenas olhar para as taxas de juros, mas sim para o Custo Efetivo Total do financiamento, o chamado CET. Este é o percentual que deve ser levado em conta na hora de calcular a parcela mensal do financiamento. O CET inclui os juros, os prêmios dos seguros de Morte e Invalidez Permanente (MIP) e de Danos Físicos do Imóvel (DFI), a tarifa mensal de serviços administrativos, a tarifa de avaliação do imóvel e impostos, quando aplicáveis, como o Imposto de Operações Financeiras (IOF). Na Caixa, por exemplo, a taxa de juros do crédito pró-cotista, para quem financia com recursos do FGTS, é de 8,66% ao ano, enquanto que o CET é de 9,01% ao ano.

3. Custo da moradia
Se você mora de aluguel e comprou seu primeiro imóvel ainda na planta, não se esqueça de que seu orçamento deverá comportar o aluguel e uma eventual taxa de condomínio, além das parcelas pagas à construtora. Mas lembre-se de se certificar de que há fôlego financeiro para continuar pagando aluguel caso a entrega do imóvel atrase.
Os contratos costumam já prever um atraso de 180 dias, mas em casos extremos – e que frequentemente levam os compradores à Justiça – o atraso pode facilmente chegar a um ano ou mais. Se a intenção é comprar um imóvel já pronto, some às parcelas do financiamento o valor da taxa de condomínio. É o mínimo que você vai pagar por sua moradia.

4. Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI)
O ITBI é um imposto municipal que o comprador deve pagar ao adquirir um imóvel. A alíquota varia de município para município, mas não ultrapassa 3%. Nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, a alíquota é de 2% sobre o valor do imóvel. Pode haver descontos, com ou sem limite máximo, para imóveis de menos de 500.000 reais, financiados pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH).
Há basicamente duas formas de desconto do ITBI. Uma delas consiste na aplicação de uma alíquota reduzida sobre uma parte do valor do financiamento, e tudo que exceder esse teto será tributado sob a alíquota normal. É o que acontece na capital paulista. O teto do desconto é de 42.800 reais e a alíquota reduzida é de 0,5%. Assim, para um imóvel de 400.000 reais, com 300.000 reais financiados pelo SFH, o comprador pagará 0,5% sobre 42.800 reais e 2% sobre os 357.200 reais restantes.
A outra forma é o desconto sem o teto. É o que ocorre, por exemplo, em Santos, no litoral paulista. Nesta cidade, o ITBI é de apenas 0,5% sobre todo o valor do financiamento pelo SFH. Segundo o exemplo acima, 0,5% sobre 300.000 reais, sendo que os 100.000 reais restantes seriam tributados pela alíquota cheia. Existem ainda alguns casos de isenção. Em Fortaleza, funcionários públicos municipais não precisam pagar ITBI na compra do primeiro imóvel.
As Prefeituras também determinam prazos para o pagamento do ITBI, e cobram multa de quem os excede. Em São Paulo, por exemplo, o imposto deve ser pago em até dez dias a partir da data do contrato de compra e venda. Em alguns municípios, também é possível parcelar o imposto.

5. Escritura pública
Quando se financia um imóvel, não é preciso se preocupar com essa parte, uma vez que o contrato emitido pelo banco tem força de escritura pública. Caso a compra se dê à vista, porém, será necessário fazer uma escritura no Tabelião de Notas. O valor e as regras de cobrança das escrituras públicas variam bastante de estado para estado.
Em São Paulo, por exemplo, o valor da escritura é sempre proporcional ao valor do imóvel. A escritura de um imóvel de 300.000 reais custa 2.497,31 reais. Já um de 600.000 reais requer uma escritura de 3.074,93 reais. Já no Rio de Janeiro, toda escritura de valor declarado superior a 49.889,02 custa 604,26 reais.
Para saber o custo das escrituras no seu estado, basta acessar a página do Instituto de Registro Imobiliário do Brasil, que disponibiliza, em arquivo pdf, as regras de custos cartoriais de todos os estados. No entanto, a escrita burocrática pode suscitar dúvidas, e os prazos e documentos necessários para lavrar uma escritura variam também de estado para estado. Pode ser necessário apresentar uma série de certidões, que normalmente devem ser providenciadas pelo vendedor. Por isso, é aconselhável entrar em contato com um tabelionato de notas para saber o valor da escritura, os documentos necessários e a quem compete providenciá-los.

6. Registro do Imóvel
Com o ITBI pago e a escritura em mãos, é hora de registrar o imóvel. “O comprador precisa levar as vias do contrato assinadas e a guia de ITBI paga para que o cartório possa dar entrada no Registro”, diz Daniele Akamine, sócia-proprietária da consultoria imobiliária Akamines. Segundo ela, em algumas cidades também é preciso apresentar algumas certidões, que na maioria das vezes devem ser providenciadas pelo próprio vendedor. “Algumas das certidões exigidas podem ser emitidas diretamente nos sites da Receita e do INSS, gratuitamente. O custo total é de até 400 reais”, explica a advogada.
Os valores do registro também variam de estado para estado e tomam como base o valor de alienação do imóvel. Em São Paulo, o registro de um imóvel de 500.000 reais custa 1.792,21 reais. No Rio Grande do Sul, o registro de um imóvel no mesmo valor sai por 1.996,10 reais. Os valores dos registros também podem ser consultados no site do Instituto de Registro Imobiliário do Brasil.

Fonte : Exame