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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Curitiba tem maior alta de aluguel comercial do País


Valor de aluguel de imóveis comerciais no país sobe 13,3%

Valores mantiveram a trajetória de alta no terceiro trimestre liderados por Curitiba, Brasília e São Paulo
São Paulo - Os valores de locação de imóveis comerciais no Brasil mantiveram a trajetória de alta no terceiro trimestre, quando aumentaram em 13,3 por cento sobre um ano antes, liderados por Curitiba, Brasília e São Paulo, onde houve recorde nos preços, segundo a Cushman & Wakefield, que prevê manutenção da tendência de alta.
Em estudo divulgado nesta segunda-feira, a consultoria imobiliária apontou que, assim como no segundo trimestre, houve valorização anual na média nacional de preços pedidos para locação entre julho e setembro.
No período, o valor médio de locação foi de 81 reais por metro quadrado por mês, 13,3 por cento superior ao visto em igual intervalo do ano passado.
O maior aumento anual foi apurado em Curitiba (PR), com alta de 61,2 por cento ano a ano, alcançando 61,8 reais por metro quadrado.
Na sequência, Brasília teve o segundo maior crescimento, de 33,9 por cento, a 107 reais por metro quadrado, na comparação anual.
"Apesar da desaceleração econômica do país, a demanda por espaços de escritórios tem aumentado consideravelmente nos últimos trimestres não só em São Paulo, mas nos importantes mercados do país", afirmou a equipe da Cushman & Wakefield no estudo, prevendo que a trajetória de alta se mantenha nos próximos trimestres.
"O índice de valorização nos preços pedidos de locação é constante e se estima permanecer uma vez que haverá forte investimento em urbanização e infraestrutura para receber a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016, beneficiando as regiões e entorno onde irão acontecer as competições", acrescentou.
Italiano - Consultor de Imóveis 
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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Índice Nacional de Custo da Construção recua em novembro

 Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou, em novembro, taxa de variação de 0,23%, abaixo do resultado do mês anterior, de 0,24%. No ano, o índice acumula variação de 6,93% e, nos últimos 12 meses, a taxa registrada é de 7,30%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,22%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,49%. O índice referente a Mão de Obra registrou variação de 0,24%. No mês anterior, a taxa foi de 0,01%. O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência. 

Materiais, Equipamentos e Serviços 
No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, o índice correspondente a Materiais e Equipamentos registrou variação de 0,26%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,51%. Os quatro subgrupos componentes apresentaram decréscimo em suas taxas de variação: materiais para estrutura (0,28% para 0,06%), materiais para instalação (1,24% para 0,57%), materiais para acabamento (0,49% para 0,45%) e equipamentos para transporte de pessoas (0,71% para 0,39%). 

A parcela relativa a Serviços passou de uma taxa de 0,42%, em outubro, para 0,10%, em novembro. Neste grupo, vale destacar a desaceleração do subgrupo serviços pessoais, cuja variação passou de 0,58% para 0,06%. 

Mão de obra 

O grupo Mão de Obra registrou variação de 0,24%, em novembro. No mês passado, a taxa havia sido de 0,01%. Em Recife, este grupo registrou variação de 4,29%, por conta de reajustes salariais ocorridos em função da data base. No mês anterior não houve impacto. Em Salvador, Belo Horizonte e Porto Alegre, as taxas apuradas refletem pequenas oscilações de mercado. 

Capitais 

Seis capitais apresentaram desaceleração: Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo. Em contrapartida, Recife registrou aceleração.

Volume de imóveis negociados via consórcio cai 6,8%


O volume de negócios via consórcio no setor imobiliário caiu 6,8% nos primeiros nove meses de 2012

Em 2012 o brasileiro adotou posturas opostas em relação ao consórcio nos segmentos automotivo e imobiliário. Enquanto no primeiro o volume de negócios teve alta de 10,5%, no segundo houve queda de 6,8%. Os dados são da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac). 



Segundo a entidade, o dinheiro investido em consórcios no setor imobiliário caiu de R$ 16,2 bilhões para R$ 15,1 bi entre janeiro e setembro de 2012 em comparação com o mesmo período do ano passado. Já no segmento automotivo, no mesmo intervalo de tempo, a tendência foi inversa: o valor total gasto na compra de motos, caminhões e tratores via consórcio subiu de R$ 40 bi em 2011 para R$ 44,2 bi em 2012.



A queda no setor imobiliário não se deu apenas no montante negociado, mas também na quantidade de pessoas que recorreu a esse mecanismo para adquirir imóveis. Em 2011 foram 154 mil consorciados, contra 146 mil em 2012 ¿ uma diminuição de 5,3%.



Atualmente, os consórcios respondem por 14,4% do total de casas e apartamentos negociados, valor ainda bastante inferior aos registrados pelos segmentos de motocicletas (43,6%) e veículos pesados (21,2%), por exemplo.



Outro dado destacado pela associação diz respeito ao uso do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) por trabalhadores-consorciados para a aquisição de imóvel pronto ou em construção. De acordo com a Abac, essa recurso foi utilizado por 3.453 pessoas e os negócios que envolveram o FGTS somaram R$ 85,2 milhões.



O fundo de garantia pode ser usado tanto para antecipar a contemplação (momento em que o consorciado, de posse da carta de crédito, pode adquirir o bem visado), quanto para pagar parte das prestações e amortizar ou liquidar o saldo devedor.



Fonte : Uol

Imóveis do inventário podem ser negociados


 Tempo e autorização de todos os herdeiros seguram vendas de imóveis após a morte do proprietário; compra judicial é mais segura e garantida

Comprar imóveis que estão em processo de inventário é possível. Porém, demanda um maior cuidado com a documentação do que na aquisição normal e o comprador deve estar ciente que somente poderá fazer o registro do imóvel em seu nome após finalização do inventário.
Normalmente, o processo de listagem dos bens é feito após a morte da pessoa e, dependendo da quantidade das posses e da organização dos documentos, pode levar até anos para se chegar ao inventário final. Desta forma, o comprador ficaria inseguro até o fim do processo.
Há duas formas de inventário, o judicial e o extrajudicial. Ambas exigem a presença do advogado que desenvolve a minuta do inventário e o entrega ao cartório notarial. A minuta é como se fosse um rascunho da escritura, onde se informa o que e qual parte cada herdeiro tem direito sobre o espólio. A diferença entre os inventários é no tempo. Enquanto a extrajudicial pode ser finalizada em 30 dias, a judicial demanda meses e até anos, pois envolve herdeiros menores de idade, incapazes ou, ainda, a presença de testamentos.
De acordo com o advogado especialista em processos de inventários Anísio dos Santos, não há um prazo máximo para sair o inventário e o comprador precisa ficar atento aos detalhes. “Recomendamos que quem está comprando deve verificar como está a situação do processo, quanto falta, se está tudo regular, sem problemas. Ver se não existem ações contra o espólio, principalmente executivos fiscais, pois quem compra acaba pagando as dívidas que existem sobre o bem”, orienta.
Também é preciso que o interessado verifique antes da compra se há alguma pendência com a Prefeitura, com a Receita Federal ou alguma execução na Justiça que possa penhorar o imóvel.
Compra judicial
Há três formas de se adquirir o imóvel que esteja na lista de bens do autor da herança. A compra pode ser realizada diretamente com os herdeiros, através de autorização judicial ou, ainda, antes de se começar o inventário. O advogado especialista em direito da família, sucessões e inventários Tarcísio Lemos Veloso Machado sugere que a melhor forma de comprar é quando o inventário estiver correndo na esfera judicial. “Se o negócio ocorrer com autorização judicial, é mais seguro, pois tem a garantia do bem, liberação total do juiz”, explica Machado. O advogado aponta ainda que as compras antes de se começar o inventário podem trazer mais problemas ao adquirente, pois deve ter a autorização de todos os herdeiros, assim como na compra direta.

Informações
Surgimento de novo herdeiro pode anular o processo
O surgimento de um herdeiro pode colocar em risco o andamento do processo de inventário. “A pessoa pode querer a parte dela e reclamar que o bem que ela também tinha direito foi vendido”, aponta o presidente do Colégio Notarial do Paraná, Ângelo Volpi.
A venda do imóvel no processo de inventário exige que os herdeiros repassem ao advogado todas as informações referentes ao parente falecido, até mesmo aquelas consideradas irrelevantes. “O problema maior é verificar se houve venda do imóvel por contrato particular, que os herdeiros não saibam e explicar que todas as informações devem ser repassadas. Por exemplo, um casamento que ocorreu no passado, um herdeiro de uma relação extraconjugal, uma dívida que existia e precisava ser paga, entre outros”, explica o advogado especialista em direito de família, sucessões e inventários Tarcísio Lemos Veloso Machado.
Custos
Durante o processo de compra de um imóvel em processo de inventário, os herdeiros pagam o Imposto sobre Transmissão de Causa Morte ou Doação (ITCMD) de 4% sobre o valor do imóvel, enquanto o comprador arca com o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) de 0,5% em imóveis entre R$30 mil e R$ 80 mil e 2,4% para imóveis acima de R$ 80 mil.

Área verde dá desconto no IPTU

Proteção a bosques e árvores na capital rende potencial construtivo e até isenção do imposto municipal



A preservação de áreas verdes beneficia moradores de Curitiba com a redução ou isenção no Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) ou aumento do potencial construtivo.
A preservação através de incentivos de redução no imposto está prevista no Código Florestal do município (lei 9.806, de 2000). Atualmente, 11 mil terrenos de Curitiba recebem entre 10% a 100% de desconto no IPTU.

No entanto, é preciso ficar atento, pois cada benefício traz critérios próprios que variam entre tamanho das áreas preservadas, localização dos terrenos na capital, bem como quais espécies nativas foram protegidas. Além disso, qualquer modificação no espaço perde o direito à redução e a prefeitura pode fiscalizar áreas sem aviso prévio.
A Secretaria Municipal de Finanças alerta que o desconto é referente ao valor do terreno e não à área averbada ou construída. Desta forma, se o espaço tiver o valor de R$ 200 mil, sendo R$ 100 mil do imóvel e R$ 100 mil do terreno, o abatimento no preço do IPTU ocorre apenas com base no valor do terreno.
“A expectativa da maioria das pessoas que descobre sobre a redução é que não pagarão caso tenha uma área preservada, mas não é bem assim. O desconto é proporcional ao valor do terreno, mas se houver edificação, ela paga o IPTU referente à edificação. Se não houver construção no terreno, o desconto pode ser integral”, explica o diretor do Departamento de Rendas Imobiliárias da Secretaria Municipal de Finanças, Sérgio Luiz Primo.
Imóveis localizados em qualquer espaço na cidade podem receber a redução do IPTU, desde que atendam aos critérios da lei, como a preservação de um bosque de mata nativa, mata nativa remanescente ou, ainda, apenas uma árvore. A espécie, no caso, deve ser a Araucária. A redução no imposto municipal por árvores isoladas no terreno pode chegar a 50%, sendo 10% por árvore. Assim, mesmo que o espaço tenha mais de cinco araucárias, o benefício chega no máximo a 50% do imposto, desde que as espécies tenham pelo menos 50 centímetros de diâmetro na altura do peito e aproximadamente 1,5 metro do chão.
Potencial verde
O benefício de potencial construtivo é voltado mais a construtoras, mas não impede que moradores também ganhem.
Em troca da preservação, a prefeitura libera o potencial construtivo, possibilitando que o proprietário do terreno construa no local uma edificação maior que a prevista pela lei de zoneamento da cidade.
O residencial Reserva do Bosque, da construtora Living, parte do grupo Cyrela, ganhou quatro pavimentos a mais na Santa Quitéria. De acordo com a coordenadora de produtos da empresa, Silvia Fernandes, com este benefício, o empreendimento ganhou 64 novos apartamentos. Ao custo médio de R$ 200 mil cada unidade, a empresa recebeu quase R$ 13 milhões a mais preservando 70% da área. “O incentivo não é obrigatório, mas com a preservação vem a chance de elevar a construção”, aponta.
Solicitação
Pedido de isenção pode ser feito nas Ruas da Cidadania
A redução ou isenção do IPTU para terrenos com áreas preservadas pode ser solicitada pelos proprietários a qualquer momento nas Ruas da Cidadania ou diretamente na sede da Prefeitura de Curitiba, no Centro Cívico.
De acordo com a Secretaria de Finanças, os processos passam primeiro pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente. Quem define se o terreno receberá o incentivo são os engenheiros ambientais, verificando a mata e classificando-a como nativa. Depois, o processo é enviado à Secretaria de Finanças que repassa o valor com a redução ao carnê do imposto municipal.
A redução no IPTU é válida para todos os anos, a não ser que a prefeitura perceba uma irregularidade. Neste caso, o órgão solicita o cancelamento e, somente após a recuperação da área, o proprietário pode solicitar novamente o desconto.
Custo
O benefício do potencial construtivo depende da análise do Conselho Municipal de Urbanismo (CMU), além da Secretaria do Meio Ambiente e do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (IPPUC).
Segundo a coordenadora de especialização em Direito Ambiental da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), Ana Paula Liberato, como a área nativa é um ambiente de interesse de proteção, pela legislação ambiental brasileira a preservação é obrigatória. “Não é possível construir naquele pedaço, não teria a autorização de forma alguma. Então, se o interessado quer aumentar o potencial, dentro dos limites que aparece no decreto, ele deveria pagando um preço para usar uma área diferente”, explica.

Passo a passo
Confira os procedimentos para cadastrar seu imóvel nos benefícios de preservação ambiental
Redução no IPTU
- Verifique no carnê do imposto municipal, nas últimas folhas, os fatores de redução. Se o espaço estiver zerado, não há qualquer benefício e, no caso de existir um espaço de mata nativa no terreno, o proprietário pode solicitar a redução;
- É possível solicitar a redução do IPTU com apenas uma árvore, desde que seja a Araucária e tenha pelo menos 50 centímetros de diâmetro em uma altura de 1,5 metro;
- O benefício pode ser solicitado nas Ruas da Cidadania ou nas secretarias de Finanças e do Meio Ambiente da cidade;
- A redução varia de 10% a 100% no valor do terreno. Caso o espaço possua edificações, o proprietário deverá pagar o IPTU referente à área averbada.
Potencial construtivo
- Não são todas as áreas que podem receber este benefício, apenas aquelas do Setor Especial de Áreas Verdes;
- O benefício é disposto pelo Decreto Municipal nº 919 e está vinculado ao Código Florestal de Curitiba;
- Quem já é proprietário e não solicitou o potencial, pode pedir a qualquer momento, enquanto vigente o decreto.
Fonte: Prefeitura de Curitiba
Atenção
A isenção ou redução do IPTU com fins de preservação poderá cessar caso o proprietário do terreno modifique a área de alguma forma. Somente após a recuperação do espaço, constatada mediante laudo técnico da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, que o dono poderá pedir novamente o benefício.
11 mil
terrenos em Curitiba recebem entre 10% e 100% de desconto no IPTU por preservação da mata nativa.

Fonte: Gazeta do Povo

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Grupo Thá lança Torre Vivere no Água Verde

 Para comemorar o lançamento da Torre Vivere, empreendimento residencial no nobre bairro Água Verde, o Grupo Thá realizará, no dia 20 de novembro, a partir das 19h, um coquetel para clientes na Espaço Thá Batel. O coquetel levará a assinatura da chef Daniela Caldeira, do La Table.



O Torre Vivere impõe o conceito de viver bem equalidade
 de vida, destacando apartamentos a partir de 193 metros quadrados com três ou quatro dormitórios, plantas flexíveis e impecável área de lazer. O residencial está localizado na Rua Professor Guido Straube, 52, no bairro Água Verde. Mais informações pelo 
http://imoveisemctba.blogspot.com.br/2012/11/torre-vivere-agua-verde-curitiba.html ou no telefone e e-mail abaixo
(41)8409-0969

Espaço Thá Batel
Horário de atendimento: de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h;
Endereço: Av. Bispo Dom José, 2878 – continuação da Av. do Batel;
 
Telefone: (41) 8409-0969


Sobre o Grupo Thá
O Grupo Thá, que completou 117 anos em 2012, é composto por três unidades de
 negócio: Thá Incorporadora, com atuação no Paraná e em Santa Catarina, Thá Engenharia, com atuação em todo Brasil e a Imobiliária Thá, com sede em Curitiba. Atualmente, o Grupo é formado por, aproximadamente, 2 mil funcionários. Com mais de 6 milhões de metros quadrados construídos, a Thá é considerada líder no setor de incorporação, engenharia/construção e imobiliária em sua região e uma das mais antigas empresas neste setor do Brasil. Mais de um século de experiência em obras residenciais, comerciais, hospitalares, varejistas e industriais estão ilustrados na 

Mais informações:


Daniel Dalagnol – Corretor de imóveis
(41) 8409 – 0969

Torre Vivere - Água Verde - Curitiba

Torre Vivere - Água Verde - Curitiba

Apartamentos
193 a 328m² privativos
3 a 4 Dormitórios ( 2 a 4 suítes)

  

193m² privativos ,3 suítes


193m² privativos ,3 suítes


193m² privativos , 4 Dormitórios(2 suítes)

Cobertura Duplex - 4 suítes , 328m² privativos - Pavimento inferior
Cobertura Duplex - 4 suítes , 328m² privativos - Pav.Superior




Torre Vivere Água verde - Curitiba from Italiano Lopes



Localização
Rua Professor Guido Straube, 52, Curitiba - Paraná

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Mais informações:
(41) 4141 - 6003
(41) 8409 - 0969  (Oi)